17 de jul. de 2011

La ratita presumida

1-   Erase una ratita presumida, que se pasaba la vida en la ventana, coqueteando con sus admiradores.
2-   El burrito, muy cortés, sus amores le brindó.  La ratita dijó ino! Pues tus rebuznos me asustan.
3-   El gorrino, caballero, gentilmente su corazón le ofreció. La ratita dijó ino! No te quiero por marrano.
4-   Si me quieres, corazón, te defenderé fielmente. La ratita dijó ino! Pues seria mi vida muy perra.
5-   El gallo, muy pinturero, le expresó su admiración. La ratita dijo ino!  Tu no me gustas por fanfarón.
1-   Yo te savaré la vida com cariño y decisión. La ratita dijo ino! Pues tu hablar es muy patoso.
2-   El gato, com gran perfídia, le declaró su pasión. La ratita dijo isí! Te quiero y te doy mi corazón.
3-   Congran lujo y distinción se celebro la boda. La ratita, muy dichosa; el gato, elegante y socarrón.
4-   Al verse solos, el muy ladino sobre Ella se abalanzó com intención de matarla y luego comérsela.
5-   La ratita se escapó comprediendo la falsedad de su amor, pues tan solo la queria para devorarla.
(Cartão postal que ganhei há muitos anos da amiga da minha mãe, a Juradir que morava na Venezuela - Iride Eid Rossini - Direitos autorais reservados)

El sastrecillo valiente

1-   Erase um sastrecillo que almorzaba miel, a la que acudieron muchas moscas, y de um golpe mató a siete.
2-   Convencido de ser um valiente, decidió correr mundo - !He matado a siete! - Iba gritando a su paso.
3-   Llegó a oidos Del Rey y Le mando llamar - ? Vos matasteis a siete? - Pues más fácil os será matar a dos.
4-   Estos resultaron ser dos gigantes, y al poço tropezó com uno al que, com enganõ, Le demostró su fuerza.
5-   Deseoso de mostrarlo al compañero, se lo llevó AL castillo, donde pudo escapar al quedarse dormidos.
6-   Al despertarse y no encontrearlo, decidieron buscarle pues creyeron que podia ser enemigo perigroso.
7-   Como era de noche, no lograron encontrarlo, y cansados, decidieron dejarlo hasta El amanecer.
8-   El sastrecillo, guiado por la luz, subió al árbol y lês tiro piedrecitas, creyendo uno que era el otro.
9-   Discutieron y la cosa se puso cada vez más seria, hasta que brillaron los cuchillos y se mataron.
10-Nuestro sastrecillo volvió triunfante, y em pago el rey Le colmó de bienes y le dió la mano de su hija.
(Cartão postal que ganhei da amiga da minha mãe, a  Juradir que morava na Venezuela - Iride Eid Rossini - Direitos autorais reservados)

Histórias que minha mãe contou


Minha mãe contava que havia uma menina na escola onde ela estudou que era muito bonita e por isto muito perseguida. Um dia ela escreveu a seguinte frase na lousa
- Este é o preço que pago pela minha beleza.
Uma outra levava uma barra enorme de chocolate para comer de lanche. Comia quase tudo e quando enjoava é que servia para as amigas.
Um mendigo  faminto recebeu um prato de qualhada com mel e pão para comer .  Ao terminar agradeceu muito e foi embora.
Passado algum tempo ele voltou novamente àquela casa e pediu para raspar com um pedaço de pão o restinho que tinha ficado no prato.

Minha vó dizia para minha mãe:
- Filha , não peça nada para as vizinhas.
-  Se não tiver cebola, faça sem cebola.
- Se não tiver alho, faça sem alho.

Minha mãe dizia que quando uma galinha bicava a cabeça de outra vinham um monte de galinhas e bicavam também a cabeça da mesma galinha.

Uma senhora fritava bolinhos e os colocava na janela para esfriarem.
Um pedinte passando por ali , ao ver os bolinhos bateu à porta e pediu um.
a senhora pediu para ele esperar que ela fritaria um para ele.
Ele ficou esperando.
Então , a senhora colocou menos massa para fritar.  mas, o bolinho ficou maior que os primeiros , e ela  novamente pegou menos massa, e  o bolinho do pobre crescia muito.
E quanto menos massa ela colocava mais a massa crescia.
Assim, ela procedeu por muito tempo.
Mas, o mendigo se cansou e foi embora.
Quando a senhora deu por conta pegou um prato cheio de bolinhos e saiu correndo atras do pobre.
Mas ela não o encontrou.
Era tarde.
E voltou para casa muito triste.

Minha vó contava:
Um mendigo vivia pedindo esmolas em frente a uma igreja .
Ele passava o dia sentado em cima de um saco duro.
E, assim passaram muitos anos.
Quando ele morreu , foram ver o que tinha dentro do saco e era um tesouro muito valioso,  muitas moedas de ouro.
Ele era muito rico, mas, viveu como pobre,  não aproveitou nada de sua riqueza..

Minha tia Aracy falava que se alguém não perdoar seu próximo não pode rezar o pai-nosso.

Minha mãe dizia que a única vantagem de se morar sozinha era ir ao banheiro de porta aberta.

Minha mãe  lia o livro “ Autobiografia de um IOGUE Contemporâneo” -  Paramahansa Yogananda  e me contava as historias nele contidas .
É uma lembrança muito doce que eu tenho dela , nós duas deitadas na cama e ela contando histórias.
Iride

História da nossa Bíblia
Um seminarista bateu na nossa porta e ofereceu uma Bíblia para minha mãe que respondeu não estar interessada .
Ele então ficou muito decepcionado , revoltado , parecia que esta era a milésima casa que oferecia sua Bíblia e também parecia estar muito necessitado do dinheiro.
Saiu apressado.
Minha mãe então percebendo seu desespero foi correndo ao seu encontro e lhe deu o dinheiro que pedia.  Esta Bíblia está até hoje em nossa casa.

Um homem caiu em um abismo profundo e lá apareceu um gênio que lhe concedeu três desejos.
Ele mais do que depressa pediu em primeiro lugar vingança para aquele que o tinha deixado naquela situação ; pediu também muita riqueza  e por último pediu um palácio.
Terminado seus pedidos ele permaneceu onde estava porque se esqueceu de pedir para sair do buraco.
( autoria desconhecida)

Um casal tinha um filho chamado Aroldo e um dia confabularam como iriam fazer para que ele tivesse estudo.
O pai disse:  -  Eu vou parar de fumar;
A mãe disse:  -  Eu vou parar de tomar chá.
E,  assim foram economizando dinheiro e mandaram o filho estudar fora.
Um dia com muitas saudades do filho o velho pegou a carroça e foi até onde estava o já enato rapaz.
Lá chegando ao ver de longe o filho foi gritando:
- Aroldo !     Aroldo !                        
Mas,  o filho  no meio de outros colegas  ficou envergonhado de reconhecer o pai respondeu:
-          Sai pra lá velho, eu não te conheço.
E o pai voltou para casa.
Sua esposa enato perguntou:
-          Como está nosso menino, você o encontrou?
-          Sim, minha velha, ele está muito bonito.
E, virando a cabeça, morreu.
Minha mãe contava que minha vó sempre cumprimentava as pessoas na rua dizendo bom dia  abaixando a cabeça como os orientais. mas, como alguns não respondecem   ela perguntou um dia:
-  Mãe, porque a senhora continua cumprimentando as pessoas que não respondem a seu bom dia.
E ela respondeu:
-  Não tem importância  filha, nós cumprimentamos Deus.
          
Minha mãe dizia que quando recebemos visita. Fazemos tudo o que podemos por ela. Bem na hora dela ir embora dizemos alguma coisa que estraga tudo o que fizemos antes.

Histórias que me contaram

Fizeram uma experiência para saber se uma moça deficiente intelectual poderia tomar conta de um bebê. Depois de um treinamento com ela perguntaram:
-Se o bebê chorar o que você faz?
-Dou a chupeta para ele. Ela respondeu
-E se ele continuar chorando?
-Troco a fralda dele

- E se continuar chorando?

-Dou água, chá ou mamadeira.
-E se ele continuar a chorar?
-Taco ele na parede.

Um médico passava por uma estrada a paisana. De repente ocorreu próximo aquele local um acidente onde um garotinho foi a vítima. Vieram procura-lo solicitando socorro ao menino. Ele se recusou a tender e foi embora pois estava com pressa. Ao chegar em casa descobriu que seu filho havia morrido vítima de um acidente. Aquele menino que ele se recusou a atender era seu filho. Deste dia então ele passou a ser um médico dos carentes.

 

A vó de minha amiga dizia que uma moça precisava se casar logo por que vinha sempre uma leva de moças jovens.
E a orelha o nariz e a bunda cresciam com o tempo.

A nora e a sogra
Uma nora odiava sua sogra e era recíproco.
A nora foi um dia se aconselhar com um sábio:
- Não sei o que fazer para me livrar de minha sogra.
E o sábio disse:
- É muito simples: É só você envenena-la, um pouquinho por dia,  mas para isso você terá que fingir amizade, senão ela jamais comerá a comida que você fizer.
- Mas eu vou envenena-la com o que? Pergunta a moça.
- Você sabe se ela tem alguma doença?  Retorna o sábio.
- Sim , ela é diabética.
- Tudo bem, então eu vou preparar o veneno para você levar, disse o sábio que logo retornou com um frasco cheio de veneno..
- Aqui está, faça conforme combinado.
A moça foi embora contente e se aproximou da sogra com gentilezas, bolos e doces, sempre colocando uma pequena dose.
A sogra também começou a retribuir com pequenos agrados.
O tempo foi se passando e certo dia retornou a nora ao sábio desta vez mais desesperada ainda.
- Agora me afeiçoei a minha sogra, que é boa e generosa, mas, estou com remorso de a estar envenenando. Não sei se poderei ficar sem a sua amizade e amor.
E o sábio respondeu:
- Não se preocupe minha filha, no frasco só havia um pouco de farinha.
  
A mãe da Iolanda contava que havia uma família onde cada filho gostava de comer carne de um jeito.
Um filho gostava da carne mais crua, outro dela mais cozida e o outro bem passada.
O pai então na hora de preparar a sopa separou os pedaços de carne em três. Primeiro  pois um tanto, passado algum tempo pois outro tanto e por último pois o resto da carne.
Acabada a sopa o pai chamou os filhos e disse:
- Agora cada um se sirva a gosto.

Havia um homem que queria se suicidar afogado nas águas de um rio.
Todos os dias neste intuito ele chegava no rio colocava os pés nas águas frias e dizia:
- Hoje esta frido.
E ia embora.
(Família da Iolanda)

Um vendedor de verduras todos os dias saía do campo e ia vender suas verduras na cidade com sua carroça puxada por um cavalo.
Sua mãe enchia uma cesta de pãezinhos para ele comer no caminho.
Depois que se fartava de pães ainda sobravam alguns. Então, todas as vezes que o cavalo levantava o rabo ele mirava bem no meio e ia atirando os pães até acabarem.
Mas na volta, com fome e sem nada para comer ia olhando pelo chão para ver se achava algum pãozinho que havia jogado.
Quando achava um, o pegava, cheirava e dizia:
- Este não acertou!
E o comia.
( Família da Iolanda)

Onde foi o meu burrinho?
Certa vez me contaram a historia de um menino que perdeu seu burrinho. Eu vou reconta-la.
Ele ficou desesperado e começou a procurá-lo em todo lugar sem, entretanto acha-lo.
Todo mundo ajudou a procurar o burrinho sem sucesso.
Até que um homem usando de sabedoria fez a seguinte pergunta ao menino levando-o a pensar:
- Raciocine da seguinte maneira: Se você fosse um burrinho para onde iria?
O menino pensou e respondeu:
- Ora, eu iria pastar.
- E você já foi procurá-lo no pasto?
Depois disso foi correndo ao pasto. Lá chegando encontrou seu burrinho pastando.
Muito interessante esta pequena história que nos ensina que devemos sempre nos colocar no lugar dos outros para entender suas razões e suas ações.

Uma mãe deu a luz a um lindo filho e sua fada madrinha veio visita-lo
- Vou realizar um desejo.  Disse a fada.
- Gostaria que  meu  filho fosse amado por todas as pessoas que o conhecessem.
E dizendo as palavras mágicas , a madrinha disse:  Assim seja feito .
Realmente, depois disso todos que conheciam o menino se apaixonavam por ele.
Assim ele foi crescendo muito amado.
Todos seus defeitos eram invisíveis, ninguém conseguia os ver , ninguém o repreendia fizesse o que fizesse.
Chegou o menino à adolescência
Sentindo-se muito assediado pelas mulheres ele, inicialmente por defesa, não  retribuía os elogios.
Como não adiantasse suas negativas, ele começou a ser mesmo mal educado.
Sem êxito, ele não se importava mesmo em ofender todo mundo.
Já na fase adulta, ele era muito insatisfeito, não era feliz, era muito egoísta e uma revolta tomou conta de seu ser chegando a fugir de casa abandonando sua mãe que já estava velha.
Sua mãe, acamada, sem saber notícias de seu filho, recebeu então a visita de sua madrinha, que quis realizar um segundo desejo .
- Gostaria que meu filho fosse amado por suas ações e arcasse com as conseqüências de seu desprezo e egoísmo.
assim foi feito.
O rapaz, então, começou a levar foras, as pessoas começaram a acha-lo intragável e abandonaram-no.
Como ele não soubesse conquistar os outros com qualidades que não tinha, sentindo-se abandonado lembrou-se de sua mãe e veio visita-la.
Mas, ao chegar à sua velha casa, soube que sua mãe já havia morrido.
encontrou apenas um bilhete dela na qual estava escrito :
- Meu filho, nunca deixei de te amar, por amor desejei que você fosse  amado incondicionalmente, mas estava errada,  agora desejo  por amor  que você muito ame sua mãe.
O rapaz pela primeira vez chorou e aprendeu com muita dor o segredo da felicidade.
Baseado numa história de autoria desconhecida.

Havia alguém que ao observar uma casulo notou que havia uma borboleta dentro se esforçando para sair e essa pessoa quis ajuda-la cortando o casulo para que ela saísse. E assim fez. Mas a borboleta depois de sair do casulo ajudada não conseguiu sobreviver. É que a força que ela faria para sair do seu próprio casulo faria com que um fluído fosse para suas asas a tornando apta a voar.

Minha mãe contava que havia uma menina na escola onde ela estudou que era muito bonita e por isto muito perseguida. Um dia ela escreveu a seguinte frase na lousa
- Este é o preço que pago pela minha beleza.
Uma outra levava uma barra enorme de chocolate para comer de lanche . Comia quase tudo e quando enjoava é que servia para as amigas.

Um mendigo faminto recebeu um prato de qualhada com mel e pão para comer.  Ao terminar agradeceu muito e foi embora
Passado algum tempo ele voltou novamente àquela casa e pediu para raspar com um pedaço de pão o restinho que tinha ficado no prato.

Minha avó era sábia. Ela dizia:
- Filha, não peça nada para as vizinhas.
Se não tiver cebola, faça sem cebola.
Se não tiver alho, faça sem alho.
Ela lia seus livros religiosos escritos em árabe todos os dias.

Minha mãe dizia que quando uma galinha bicava a cabeça de outra vinham um monte de galinhas e bicavam também a cabeça da mesma galinha.
Uma senhora fritava bolinhos e os colocava na janela para esfriarem.
Um pedinte passando por ali, ao ver os bolinhos bateu à porta e pediu um.
a senhora pediu para ele esperar que ela fritaria um para ele.
Ele ficou esperando.
Então, a senhora colocou menos massa para fritar.  Mas, o bolinho ficou maior que os primeiros, e ela novamente pegou menos massa, e  o bolinho do pobre crescia muito.
E quanto menos massa ela colocava mais a massa crescia.
Assim, ela procedeu por muito tempo.
Mas, o mendigo se cansou e foi embora.
Quando a senhora deu por conta pegou um prato cheio de bolinhos e saiu correndo atrás do pobre.
Mas ela não o encontrou.
Era tarde.
E voltou para casa muito triste.

Minha avó contava:
Um mendigo vivia pedindo esmolas em frente a uma igreja.
Ele passava o dia sentado em cima de um saco duro.
E, assim passaram muitos anos.
Quando ele morreu, foram ver o que tinha dentro do saco e era um tesouro muito valioso,  muitas moedas de ouro.
Ele era muito rico, mas, viveu como pobre, não aproveitou nada de sua riqueza..

Um homem caiu em um abismo profundo e lá apareceu um gênio que lhe concedeu três desejos.
Ele mais do que depressa pediu em primeiro lugar vingança para aquele que o tinha deixado naquela situação pediu também muita riqueza e por último pediu um palácio.
Terminado seus pedidos ele permaneceu onde estava porque se esqueceu de pedir para sair do buraco.
( autoria desconhecida)

Um casal tinha um filho chamado Aroldo e um dia confabularam como iriam fazer para que ele tivesse estudo.
O pai disse: - Eu vou parar de fumar;
A mãe disse: - Eu vou parar de tomar chá.
E assim foram economizando dinheiro e mandaram o filho estudar fora.
Um dia com muitas saudades do filho o velho pegou a carroça e foi até onde estava o rapaz.
Lá chegando ao ver de longe o filho foi gritando:
- Aroldo !   Aroldo !                        
Mas, o filho no meio de outros colegas ficou envergonhado de reconhecer o pai respondeu:
-Sai pra lá velho, eu não te conheço.
E o pai voltou para casa.
Sua esposa perguntou:
- Como está nosso menino, você o encontrou?
- Sim, minha velha, ele está muito bonito.
E, virando a cabeça, morreu.

Minha mãe contava que minha avó cumprimentava as pessoas na rua dizendo “Bom dia”! E abaixava a cabeça como os orientais.
Mas algumas delas não respondiam e ela perguntou:
-   Mãe , porque a senhora continua cumprimentando as pessoas que não respondem a seu bom dia.
E ela respondeu:
-          Não tem importância filha, nós cumprimentamos Deus.

A irmã de caridade me contou que em Lourdes um menino paralítico esperava o santíssimo passar (Jesus Cristo) para ser curado. Ele passou. O menino olhou para suas PPS pernas e viu que não haviam sido curadas. Então ele gritou:
- Eu vou contar para sua mãe!
De repente ele ficou curado da paralisia.

A mulher tem várias idades:
A cronológica
A física
A mental
A intelectual
Dr Pitangui diz que a mulher tem:
A idade que ela pensa que tem
A idade que ela diz que tem
A idade que ela aparenta ter
A idade que ela tem mesmo

Meu pai me contou que sua sogra Dona Wadia foi a melhor sogra do mundo. Me lembro de uma placa pendurada na parede que tinha estes dizeres: Minha sogra é a melhor do mundo.
Disse que ela dizia para sua filha que quando o marido chega em casa seu pijama tem que estar limpo e em cima da cama. Embaixo o chinelo. A comida na mesa e o maior bife é o do marido.

A mãe da Adma se referindo a uma mulher que limpava muito a casa disse que se precisasse de um pouco de pó para salvar alguém ele morreria.

História do burro e o porco
Disse que o burro foi reclamar para o porco que estava muito cansado de trabalhar. O porco então disse para ele: - Mas você é burro mesmo, finja que esta com a pata machucada que seus donos vão te dar um descanso.
E assim fez o burro. Seus donos disseram: - Vamos dar uma folga para o burro se restabelecer, enquanto isto vamos ter tempo para matar aquele porco que não faz nada.
Moral: Quem mandou o porco se meter!

Houve um banquete maravilhoso em uma mesa enorme, com uma linda toalha enfeitando e vasos de flores esplendorosas.
Havia refeições e bebidas para todos os gostos e frutas de todas as partes do mundo.
Um mestre perguntou:
- O que vocês estão vendo nesta mesa.
- Nossa uma mosca horrível pousou na mesa.
Assim, há pessoas que só vêem o negativo

Albert Ainsten contou a história de uma corrida de 9 deficientes intelectuais.
Foi dada a largada. Todos saíram correndo, mas um caiu. Neste momento todos pararam um voltou e com um beijo disse para o que havia caído: - Você já vai sarar.
Depois todos deram os braços e chegaram juntos ao final da competição.
Foram aplaudidos de pé.

A noiva
Havia uma moça solteira que queria muito se casar.
Seu quarto ficava no andar de cima do sobrado onde morava, e a janela dava para a rua.
Seus cotovelos já estavam machucados de tanto ficarem apoiados no parapeito da janela olhando para baixo na esperança de aparecer um belo moço com quem iria se casar.
Já estava tudo pronto.... só faltava o noivo.
O enxoval todo bordado era muito bonito, só estava um pouco amarelado.
ela já tinha feito muitas promessas a Santo Antônio.
Todo início do mês ela começava uma trezena ao santo, mas nada de conhecer um noivo.
Chegou a pendurar o santo de ponta cabeça dizendo a seguinte frase:
- Santo Antônio, Santo Antônio, enquanto não me arranjares um noivo, eu não te coloco em pé novamente.
O santo ficou pendurado por vários meses, e a moça foi perdendo as esperanças.
Todo mês de junho então, ela fazia várias simpatias.
a da clara do ovo derramada dentro de um copo colocado durante a noite do dia 12 para o dia 13 de junho no sereno, sempre aparecia um véu dentro do copo, Mas o noivo não aparecia.
Todo dia treze de junho ela ia à missa, rezava muito e comia o pãozinho de Santo Antônio, levava alguns para casa e ainda os distribuía para todas as amigas solteiras.
O tempo foi se passando e ela já sem esperanças pegou a imagem de Santo Antônio e jogou pela janela.
Lá de baixo ouviu-se um grito.
A moça foi correndo olhar na janela e viu que a imagem de Santo Antonio havia atingido alguém que estava passando aquela hora na rua.
ela imediatamente desceu as escadas muito depressa para se desculpar e socorrer a vítima.
Quando chegou teve uma bela surpresa.
A vítima era  um belo moço que foi atingido bem na cabeça, e estava todo machucado.
Ela convidou o rapaz para entrar, fez café, cuidou dele  e  depois o convidou  para voltar no dia seguinte.
Ele então voltava todos os dias à casa da moça para trocar o curativo e tomar um cafezinho.
Ela quando se lembrou do Santo Antônio , foi correndo à rua, recolheu o santinho, colocou-o de novo no altar e lhe disse bem baixinho :
- Meu santinho, o senhor atingiu a cabeça de um belo moço , agora atinja seu coração.
Os dois acabaram apaixonados e a moça  finalmente encontrou um marido. (Minha amiga Mona que me contou)                                                     

Minha tia Íris contou :
Um homem tinha uma filha que era muito bonita .
Na cidade onde moravam ia haver um grande baile  e , naquele tempo as mulheres usavam muitas jóias .   Sua filha queria ir mas não tinha nenhuma jóia para usar pois sua família era pobre.
Seu pai que era ourives fez para ela réplicas perfeitas de plástico.
A moça fez muito sucesso no baile , todos admiraram seus belíssimos acessórios acreditando serem jóias maravilhosas.
assim nasceu a bijuteria.

Piada que Tia Íris contou:
Uma amiga foi visitar outra e não a encontrando ficou durante algum tempo sentada na sala esperando.
Começou então a reparar em tudo, inclusive que havia pó na mesinha.
As horas foram passando e como a amiga estivesse demorando ela escreveu com o dedo na mesa aproveitando o pó:  " porca ", e em seguida foi embora.
Chegando em casa ligou para a amiga que foi visitar:
- Oi ! estive aí em sua casa te visitando.
E a outra respondeu:
- Ah!  Eu sei, recebi seu cartão de visitas.

Uma moça sonhava todas as noites com muitos ovos e ela não conseguia decifrar aquele mistério.
Numa regressão ela acabou descobrindo que em uma outra vida tinha uma granja e não chegou a dar um só ovo para os pobres.
Ela então começou a comprar caixas com ovos e dá-los aos pobres todos os dias.
Então nunca mais sonhou com ovos.
( desconheço a pessoa)

O tapete novo
Um dia ela olhou para o velho tapete da sala e resolveu comprar um novo.
Saiu de casa foi até uma loja e trouxe um lindo tapete azul.
Trocou o tapete da sala , sentou para aprecia-lo , e notou que a sua cor não combinava com o sofá.
Então ela comprou um lindo sofá novo .
Admirando aquele lindo sofá novo, combinando com o tapete , muito contente  ela ficou alguns minutos , mas ao olhar para a parede descascada ela ficou horrorizada   , e  logo pela manha chamou um pintor que no prazo de uma dois dias deixou a parede nova.
Assim ela fez com a casa toda.
A casa estava nova, linda e ela exausta.
Ela estava muito feliz, até a hora em que foi olhar no espelho, aí teve uma surpresa
-   Meu Deus !!!!!! Disse admirada
Ela notou finalmente que estava muito velha.
E não combinava com aquela casa.
Então ela fez as malas e foi embora.  

Um menino ia pela rua comendo uma banana e chorando por que não tinha outra coisa para comer.
Quando ele olhou para trás viu  outro menino comendo as cascas que ele havia jogado no chão.

Da mesma forma  outro menino chorava porque não tinha sapatos nos pés.
Quando olhou para trás viu um menino que não tinha pés.

Um rei foi escolher uma esposa entre três mulheres e mandou que entrassem uma de cada vez para que ele procedesse à escolha.
A primeira escondeu os seios; a segunda  as partes íntimas  e ele escolheu a terceira que escondeu o rosto.
Foi com esta terceira que ele se casou.

O filho de um grande fazendeiro, indignado pelos constantes furtos do caseiro da fazenda, chegou para o pai e disse:
- Meu pai, o senhor precisa demitir o caseiro pois é sabido que ele nos furta descaradamente.
O pai respondeu:
- Meu filho eu sempre tive caseiros muito honestos que eram também preguiçosos, não tinham ambição e matavam todo o serviço. O nosso caseiro leva algumas vantagens, mas em compensação nos dá enormes lucros.

Um dia um corvo se apaixonou por uma pombinha. Mas ela nem fazia caso dos seus grasnidos de amor.
O pobre corvo desesperou e teve um pensamento que a ele pareceu magnífico.
- Vou me transformar em um pombo.
Assim, pintou todas as suas penas de branco. Depois procurou um espelho ficando deslumbrado.
- Virei pombo!
Procurou sua velha amiga coruja e na sua companhia pediu a mão de sua amada.
A pombinha branca estranhou o tamanho daquele pombo, mas como estava passando da idade aceitou-o como noivo.
Os esponsais foram preparados com a maior pompa e o cozinheiro contratado preparou os comes e bebes.
Ficou assentado que após três dias de festa seria realizado o casamento.
Em grande quantidade foram feitas maioneses de alpiste, fritadas de alpiste, refresco de alpiste, etc. de alpiste.
O corvo que não suportava alpiste fingiu que comia e por três dias passou fome.
No terceiro dia o cortejo ao se por a caminho da igreja passou por um campo onde um bando de corvos comia carniça de um burro.
O mal cheiro fez crescer água no bico do corvo que não suportando a fome abriu a porta da carruagem e saiu voando junto dos companheiros e se pôs a comer o que era do seu agrado.
Hildebrando de Lima – Do livro Parábolas espirituais – Editora Pensamento.

Uma moribunda estava no leito de morte e alguem lhe deu uma vela para segurar. Ela pegou com uma das mãos e um parente disse: - Não é assim que se segura vela. Segure com ambas as mãos.
A senhora moribunda respondeu: - Vivendo e aprendendo

Roubaram o relógio do Gandhi e ele começou a chorar. Um discípulo lhe disse: - Nos compramos outro relógio igual para o senhor. Ele respondeu: Eu choro de ver que ainda precisam existir no mundo ladrões para poder sobreviver.